Pensamentos aleatórios

27 de agosto de 2014

Debate na Band


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Os novos retirantes brasileiros


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Inovadora solução para a Saúde Brasileira

Dizem que será aplicado no PS da Santa Casa de Catalão:


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É sério?!

Como diria o Mamede "Vou viver e não vou ver tudo"!!!


Gustavinho?!

É sério isso, gente?!

Tem que demitir esse marqueteiro, sério mesmo!

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Quem NÃO merece nosso voto para Deputado Federal


Você se lembra em quem votou para deputado federal na última eleição?!

Pois eu me lembro bem: votei em Fernando Safatle (PT), Fernando Netto (PMDB) e Nair do Ferro Velho (PHS), em 2002, 2006 e 2010, respectivamente. E o que esses tipos tinham em comum?! Nada, nem partido nem orientação política, o que me fez votar nesses nomes foi o fato de serem de Catalão e, independente das chances de ser eleito, é melhor votar em alguém da cidade, pois, caso eleito, teria muito mais compromisso com a região do que qualquer um dos candidatos paraquedistas que vem a cada quatro anos pegar nossos votos e depois somem.

E o que é pior é que os paraquedistas vêm trazidos pelos líderes políticos locais, que enfiam pela goela abaixo do eleitor da região sudeste candidatos sem qualquer ligação com a população local. E por mais que todo mundo saiba e repita a importância de se ter um Deputado Federal com forte vínculo com a região, os caciques políticos insistem nessa prática medonha que há anos não rende um único dividendo para a população de Catalão e região, deixando o Sudeste Goiano sem nenhum representante no Congresso Nacional, uma lástima.

Este ano, infelizmente e novamente, os principais líderes políticos locais trazem pessoas de fora para levar nossos votos. Adib Elias, Jardel Sebba e Rodrigão estão em dobradinhas com candidatos a Deputado Federal dotados de mega-estruturas de campanha, investindo muito tempo e dinheiro para levar o voto dos catalanos e dos demais munícipes da região sudeste, mas que não merecem pleitear ser nossos representantes, pelas razões que exponho a seguir:

Thiago Peixoto: foi candidato a Deputado Federal em 2010 pelo PMDB, fez dobradinha em Catalão com Adriete Elias e obteve 7.650 votos. Após a eleição abandonou seus aliados, aderiu à equipe de Marconi Perillo, assumiu a Secretaria Estadual de Educação e, o mais grave, NÃO EXERCEU O MANDATO PARA O QUAL FOI ELEITO. Deixou na mão não só os catalanos, mas todos os que depositaram nele seu voto. Como pode o eleitor de Catalão acreditar que dessa vez ele exercerá o mandato?! Na região está em dobradinha com Gustavo Sebba.

Lucas Vergílio: primeira vez que se candidata a um cargo público, é jovem e está filiado ao recém criado Solidariedade (SDD), faz dobradinha em Catalão com o Rodrigão. Por ser um nome novo na política pode-se ter a impressão que não há motivos para rejeitar o voto em Lucas, no entanto, se analisarmos sua escola política, em especial a atuação de seu pai e maior mentor, Armando Vergílio, o eleitor catalano verá que há motivos de sobra para não votar em Lucas Vergílio. O pai obteve 5.800 votos em Catalão na eleição de 2010, em dobradinha com Jardel Sebba. Assim como Thiago Peixoto também não exerceu o mandato, assumiu a Secretaria Estadual de Cidades, onde permaneceu até o meio do ano de 2011. Sem recursos financeiros, abandonou a Secretaria, retornou ao Congresso, abandonou seu partido (PMN) e se filiou ao PSD para ser cacique, mas como não conseguiu nem ser pajé fundou o Solidariedade, rompeu com Marconi (depois de usufruir por três anos da aliança com o Governador) e agora é candidato a vice-governador na chapa de Iris Resende (PMDB). Coerência não é a palavra mais adequada para definir Armando Vergílio, oportunismo talvez se enquadre mais. E como filho de peixe, peixinho é, Lucas Vergílio tem tudo para seguir os passos do pai e também, caso eleito, deixar os catalanos a ver navios.

Daniel Vilela: natural de Jataí, filho de Maguito Vilela (prefeito de Aparecida de Goiânia), jovem, bom de discurso, vereador por Goiânia (2009-2010) e Deputado Estadual (2011-2014), vem com tudo para ser um dos nomes mais votados da coligação PMDBista este ano e faz dobradinha em Catalão com Adib Elias. Só pelo currículo Daniel Vilela seria um nome a cogitar o voto, pois não é simplesmente o "filho de alguém" pedindo voto, mas sim um jovem homem público com proeminente carreira política. No entanto, para os catalanos, o jovem Daniel possui alguns entraves que dificultam ser ele o Deputado Federal da região Sudeste: sua base eleitoral é Jataí, iniciou sua carreira política por Goiânia e seu pai é prefeito de Aparecida... onde Catalão se encaixa aí?! Em lugar nenhum! Caso eleito, a atuação de Daniel será voltada para suas bases eleitorais, ainda mais com a possibilidade de ser candidato a prefeito de Goiânia, em 2018. Que motivos teria Daniel para querer agradar aos catalanos? Não bastasse isso, ainda existe o histórico de abandono dos eleitores frequentemente repetido pelos candidatos a deputado apoiados pelo PMDB catalano (Thiago Peixoto é o melhor exemplo, abandonou os eleitores e o partido que o elegeu) e sua ligação, ainda não totalmente esclarecida, com a "pastinha" Luciene Hoepers, a loira da Operação Miqueias (se bem que se a ligação for no sentido bíblico não é nenhum demérito, muito pelo contrário).

Enfim, esses três nomes são os que tem as maiores estruturas para campanha a Deputado Federal em nossa região. Pelos motivos que expus acima acredito que nenhum deles seja merecedor de nossos votos, sendo minha principal argumentação a total ausência de vínculo com Catalão e região demonstrada por eles, caracterizando-os no rol dos candidatos paraquedistas.

Diferente das últimas três eleições não temos nenhuma candidatura de alguém da região para direcionar nossos votos, haja vista a impugnação pelo TRE da chapa encabeçada por PHS e PSL, que tinha os nomes de Nair do Ferro Velho, Hamilton Costa e Marlene Macedo como candidatos, mas existem outras opções de nomes que não estão sendo apoiados pelos caciques locais e nem tem mega-estruturas de campanha, mas possuem verdadeira ligação com Catalão e região, o que explicitarei num próximo post.

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22 de agosto de 2014

O blog morreu?

Não, o blog não morreu. 

O que acontece é que o início do semestre letivo na UFG, matrículas na graduação em Pedagogia, no Mestrado em Educação, atividades administrativas no curso de Educação para o Campo (PROCAMPO), além de uma seleção para Mestrado em Gestão Pública e outras atividades fizeram com que ficasse sem tempo para postar, mas espero retomar o ritmo logo, pois assunto é o que não falta: 

Situação do CRAC;
Saída da Transduarte;
Eleições 2014;
Área azul;
Crise na Santa Casa;
Clube do Swing em Catalão;

E outros...

Em breve!!!

6 de agosto de 2014

Voto nulo?!

As eleições se aproximam e, junto a elas, as várias dúvidas sobre o processo eleitoral, como a finalidade do voto nulo e branco.

Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco indica, apenas, que o eleitor não tem preferência por um candidato; o nulo, uma anulação.

O branco, já considerado válido, era destinado ao candidato mais votado na eleição. O nulo, por sua vez, era invalidado pela Justiça Eleitoral, por ser encarado como um protesto contra os candidatos.

Mas atenção! A regra não vale mais.

O que vigora é o princípio da maioria absoluta de votos válidos. Como ambos são considerados inválidos, eles servem, somente, para estatísticas.

Esse tipo de voto ainda existe porque, apesar de o processo eleitoral ser obrigatório, o cidadão é livre para escolher ou não um candidato.

Assim sendo, ao se deparar com uma campanha a favor do voto nulo ou branco como uma forma de cancelar as eleições, não se engane!

Estude e pesquise sobre os candidatos. Vote em alguém! Esta é a única arma para ter o Brasil que queremos.

 
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